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CONHEÇA O BLOGÃO SEERTANEJO:
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Salve, salve os santos padroeiros

Na tradição brasileira, junho é mês de festa, quentão, quadrilha e de comemorar os dias de padroeiros queridos: são João, são Pedro e santo Antônio. Conheça a história dos santos juninos, reze e – por que não? – capriche nos pedidos e nas simpatias.
Chapéu de palha, fantasia de caipira, rojão, busca-pé, balão, bombinha. É assim que a gente gosta de reverenciar nossos queridos santos do mês de junho. Viramos crianças ao pé da fogueira, soltando biriba, comendo pipoca e pé-de-moleque – e fazendo simpatias para conseguir amor, felicidade e fartura. Afinal, os santos estão aí para isso mesmo.
Essas festas tão brasileiras têm na verdade uma origem remota. Antes do nascimento de Jesus Cristo, os povos pagãos do Hemisfério Norte celebravam o solstício de verão, o dia mais longo e a noite mais curta do ano, que lá acontece em junho e marca o início da estação quente. Nessas festas, a fim de promover a fertilidade da terra e garantir boas colheitas futuras, havia danças e fogueiras (acesas para afugentar os espíritos maus).
Com o avanço do cristianismo, a Igreja preservou e incorporou essas tradições também como forma de conseguir mais popularidade. No século 6, os ritos da festa do dia do solstício de verão, em 21 de junho, passaram para o dia do nascimento de são João Batista, dia 24 de junho. Mais tarde, no século 13, foram incluídas no calendário litúrgico as datas comemorativas de santo Antônio (dia 13) e são Pedro (dia 29).
Os colonizadores portugueses trouxeram as festividades para o Brasil e aqui elas ganharam cores e sabores influenciados pelos índios e negros escravos, responsáveis pela mão-de-obra nas cozinhas coloniais. “É por isso que até hoje reverenciamos os santos juninos provando quitutes de milho, amendoim e mandioca, ingredientes básicos na mesa popular para bolos, tapioca, paçoca, pé-de-moleque, milho cozido”, diz a especialista em folclore e cultura popular Lourdes Macena, coordenadora de pós-graduação do Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará, em Fortaleza. Nos estados nordestinos, as festas juninas hoje são tão populares quanto o Carnaval. “Para os sertanejos, elas têm um significado muito importante, reforçando o sentido de união da comunidade”, explica Lourdes.
Veja a seguir as histórias, as rezas e as simpatias dos três santos juninos.
São João (foto de abertura)
Dia festivo: 24 de junho.
Atributo: santo festeiro.
Segundo a tradição, a mãe de João, Isabel, acendeu uma fogueira no deserto para anunciar o nascimento do bebê a sua prima Maria, mãe de Jesus, que assim veria a fumaça ao longe. Por isso, fogueiras, balões e fogos de artifício comemoram o dia do santo considerado festeiro. “No Brasil, acredita-se que são João dorme até que, em seu dia, visite as casas bem iluminadas e em festa”, conta a pesquisadora Lourdes Macena.
João pregava às margens do rio Jordão, em Israel, e batizava os fiéis que se convertiam ao cristianismo mergulhando-os nas águas. Daí ser conhecido como são João Batista. Hoje, nas cidades nordestinas, existe o costume de, na madrugada do dia 24 de junho, tomar banho em um rio ou mesmo mergulhar uma imagem do santo, como forma de purificação. João foi executado no ano 31, por ordem do imperador romano Herodes, para satisfazer o pedido de sua enteada, Salomé.
Oração a são João
Batista para confortar a alma
“São João Batista, voz que clama no deserto, endireitai os caminhos do Senhor... Fazei penitência, porque no meio de vós está quem não conheceis e do qual eu não sou digno de desatar os cordões das sandálias. Ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas, para que eu me torne digno do perdão daquele que vós anunciastes com estas palavras: ‘Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tira os pecados do mundo’. São João, pregador da penitência, rogai por nós. São João, precursor do Messias, rogai por nós. São João, alegria do povo, rogai por nós. Amém.”
Simpatia de são João
para obter proteção e alegria
Em uma bacia com água, junte cravos e folhas de alecrim e manjericão e deixe descansar. No dia de são João, tome um banho e jogue a mistura no corpo, do pescoço para baixo, invocando a proteção dele. Enxugue-se apenas de leve.
São Pedro
Dia festivo: 29 de junho.
Atributos: fundador da Igreja, protetor dos pescadores e das viúvas.
Antes chamado Simão, o pescador teve o nome mudado por Jesus Cristo ao receber a incumbência de fundar a Igreja e reunir os fiéis depois de sua morte. “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificareis minha igreja” foi o recado. Por isso, o apóstolo foi chamado de “pescador de homens” e tornou-se o primeiro papa. Morreu em 29 de junho.
Segundo a crença popular, são Pedro guarda as chaves do céu, lava-o quando chove e arrasta os móveis quando troveja. Dizem que o santo, por ser viúvo, socorre as viúvas nos momentos de aflição. “Por ser patrono dos pescadores, é homenageado com procissões de barcos que carregam sua imagem”, lembra Lourdes Macena, especialista em cultura popular.
Oração a são Pedro
para obter uma graça
“Oh, são Pedro, pedra viva da igreja fundada por Jesus Cristo, vós que fostes chamado pelo Senhor para ser pescador de homens e mulheres. Vós que dissestes: ‘Senhor, a quem iremos? Pois só Tu tens palavras de vida eterna’, vinde em meu auxílio com vossa intercessão junto a Deus, dando-me coragem para seguir vosso exemplo de amor fiel a Cristo e anunciar a boa nova na família, na comunidade, no trabalho e em toda parte. Oh, São Pedro, vós que fizestes a mais bela declaração de amor: ‘Senhor, Tu sabes que eu Te amo’, ensinai-me, hoje, o caminho da justiça para que eu tenha saúde e paz e alcance a graça que Vos peço. (Faça agora seu pedido.) Amém.”
Simpatia de são Pedro
para conhecer seu par amoroso
No dia de são Pedro, guarde um pouco de cada alimento do almoço e do jantar. Antes de dormir, faça um prato com a comida e deixe-o sobre a mesa, com os talheres, em uma toalha branca. À noite, aquele que será sua cara-metade aparecerá em seus sonhos.
Santo Antônio
Dia festivo: 13 de junho.
Atributos: santo milagroso e casamenteiro.
Herdamos dos portugueses e italianos a devoção a esse missionário da ordem franciscana, que nasceu em Lisboa, em 1195, e morreu em Pádua, em 1231. Grande orador e pregador, lecionou em universidades e dedicou-se a servir os pobres e necessitados. Daí a tradição do “pão de santo Antônio”, que sobrevive até hoje. Pães doados a sua igreja são bentos e distribuídos aos pobres. “Guardar um pedaço desse pão junto aos mantimentos garante fartura”, conta a pesquisadora Lourdes Macena. Mas Antônio é famoso mesmo por nos ajudar a conseguir bons partidos para namoro e casamento. Para isso, inúmeras simpatias deixam de castigo a imagem do santo.
Oração a santo Antônio
para atrair alguém que você já conhece
“Santo Antônio, pelos vossos milagres, pelas palavras que a Jesus faláveis, pela defesa do vosso pai, tenho um pedido a fazer. Abrandai a ira do mar, o sopro do vento, o negrume da noite, a chama abrasadora do Sol, a frialdade da Lua, a voracidade das feras, o horror dos desertos. Depois de tudo isso, abrandai o que de mais empedernido existe sobre a Terra: o coração dos homens. Oh, meu milagroso santo Antônio, fazei com que aquele por quem meu coração chama ouça minha voz. E, ouvindo-a, vá aos pés de Deus Nosso Senhor comigo, vosso(a) humilde devoto(a). Amém.”
Simpatia de santo Antônio
para encontrar um namorado
Amarre uma fita vermelha e outra branca na imagem de santo Antônio e, enquanto dá os nós, faça o pedido. Reze um pai-nosso e pendure a imagem de cabeça para baixo, sob a cama. Só desvire quando a graça for alcançada.

EU E O MUNDO BLOGUEIRO ESTAMOS ENLUTADOS PELA MORTE DA AMIGA DIANA, A ROSA AZUL.
QUE ELA DESCANSE EM PAZ E PERMANEÇA PARA SEMPRE NOS BRAÇOS DO SENHOR!
N
AGUARDE NOVIDADES
N
O que diz a Bíblia sobre
os festejos

Para muitos cristãos, pode parecer que a participação deles nessas festividades juninas não tenha nenhum mal, e que a Bíblia não se posiciona a respeito. O apóstolo Paulo, no entanto, declara
O que nos mostra a história do povo de Israel em sua caminhada do Egito para Canaã? Quando os israelitas acamparam junto ao Monte Sinai. Moisés subiu ao monte para receber a lei da parte de Deus. A demora de Moisés despertou no povo o desejo de promover uma festa a Deus. Arão foi consultado e, depois de concordar, ele próprio coletou os objetos de ouro e fabricou um bezerro com esse material, O texto bíblico diz o seguinte:
“Ele os tomou das suas mãos, e com um buril deu forma ao ouro, e dele fez um bezerro de fundição. Então eles disseram: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito. Arão, vendo isto, edificou um altar diante do bezerro e, apregoando, disse: Amanhã será festa ao Senhor” (Êx 32.4-5).
Qual foi o resultado dessa festa idólatra ao Senhor? Deus os puniu severamente: “Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças. acendeu-se-lhe a ira, e arremessou das mãos as tábuas, e as quebrou ao pé do monte. Então tomou o bezerro que tinham feito, e o queimou no fogo, moendo-o até que se tomou em pó, e o espargiu sobre a água, e deu-o a beber aos filhos de Israel.
O teor religioso das festas juninas não passa de um ato idólatra quando se presta culto a Santo Antônio, São João e São Pedro.
Como crentes, devemos adorar somente a Deus: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt 4.10). Assim, nossos lábios devem louvar tão-somente o Senhor Deus: “Portanto, ofereçamos sempre por meio dele a Deus sacrifício de louvor, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15). O texto de Apocalipse 7.9 é um bom exemplo do que estamos falando: “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas com palmas nas suas mãos. E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro”.
É possível imaginar um cristão cantando louvores a São João Batista? O cântico seria mais ou menos assim:
“Onde está o Batista?”.
Ele não está na igreja,
Anda de mastro em mastro,
A ver quem o festeja”.
Lembramos a atitude de Paulo e Barnabé diante de um ato de adoração que certos homens quiseram prestar a eles: “E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós. E chamavam Júpiter a Bamabé, e Mercúrio a Paulo; porque este era o que falava. E o sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta touros e grinaldas, queria com a multidão sacrificar-lhes. Porém, ouvindo isto os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgaram as suas vestes, e saltaram para o meio da multidão, clamando, e dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, Sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” (At 14.11-15).
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SAIBA MAIS SOBRE AS QUADRILHAS
JUNINAS, JULINAS, AGUSTINAS ...
A quadrilha é dançada em homenagem aos santos juninos ( Santo Antônio, São João e São Pedro ) e para agradecer as boas colheitas na roça. Tal festejo é importante pois o homem do campo é muito religioso, devoto e respeitoso a Deus. Dançar, comemorar e agradecer.Em quase todo o Brasil, a quadrilha é dançada por um número par de casais e a quantidade de participantes da dança é determinada pelo tamanho do espaço que se tem para dançar. A quadrilha é comandada por um marcador, que orienta os casais, usando palavras afrancesadas e portuguesas. Existem diversas marcações para uma quadrilha e, a cada ano, vão surgindo novos comandos, baseados nos acontecimentos nacionais e na criatividade dos grupos e marcadores.
BALANCÊ (balancer) -
Balançar o corpo no ritmo da música, marcando o passo, sem sair do lugar.
É
usado como um grito de incentivo e é repetido quase todas as vezes que termina
um passo. Quando um comando é dado só para os cavalheiros, as damas permanecem
no BALANCÊ. E vice-versa,
ANAVAN (en avant) - Avante, caminhar balançando os braços.
RETURNÊ (returner) - Voltar aos seus lugares.
TUR (tour) - Dar uma volta: Com a mão direita, o cavalheiro abraça a cintura da dama. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão um giro completo para a direita.
Para acontecer a Dança é preciso seguir os seguintes Passos:
Uma, diante da outra, separadas por uma distância de 2,5m. Cada cavalheiro fica exatamente em frente à sua dama. Começa a música. BALANCÊ é o primeiro comando.
Os cavalheiros, balançando o corpo, caminham até as damas e cada um cumprimenta a sua parceira, com mesura, quase se ajoelhando em frente a ela.
As damas, balançando o corpo, caminham até aos cavalheiros e cada uma cumprimenta o seu parceiro, com mesura, levantando levemente a barra da saia.
Os cavalheiros dirigem-se para o centro. As damas
fazem o mesmo.
Com os braços levantados, giram pela direita e dirigem-se ao
lado oposto. Os cavalheiros vão para o lugar antes ocupado pelas damas. E
vice-versa,
Antes do início da quadrilha, os pares são marcados pelo no. 1 ou 2. Ao comando "Primeiras marcas ao centro , apenas os pares de vão ao centro, cumprimentam-se, voltam, os outros fazem o "passo no lugar . Estando no centro, ao ouvir o marcador pedir balanceio ou giro, executar com o par da fileira oposta. Ouvindo "aos seus lugares , os pares de no. 1 voltam à posição anterior. Ao comando de "Segundas marcas ao centro , os pares de no. 2 fazem o mesmo.
As filas giram pela direita, se emendam em um grande círculo. Cada cavalheiro dá a mão direita à sua parceira. Os casais passeiam em um grande círculo, balançando os braços soltos para baixo, no ritmo da música.
Cavalheiros à frente, ao lado da dama seguinte. O comando é repetido até que cada cavalheiro tenha passado por todas as damas e retornado para a sua parceira.
O mesmo procedimento. Cada dama vai passar portadas os cavalheiros até ficar ao lado do seu parceiro.
Os casais, de mãos dados, vão andando em fila. Pára o casal da frente, levanta os braços, voltados para dentro, formando um arco. O segundo casal passa por baixo e levanta os braços em arco. O terceiro casal passa pelos dois e faz o mesmo. O procedimento se repete até que todos tenham passado pela ponte.
A doma e o cavalheiro dançam como no TUR. Após uma volta, a dama passa a dançar com o cavalheiro da frente. O comando é repetido até que cada dama tenha dançado com todos os cavalheiros e alcançado o seu parceiro.
Damas e cavalheiros formam uma só fila. Cada dama à frente do seu parceiro. Seguem na caminhada, braços livres,balançando. Fazem o BALANCË, andando sempre para a direita.
Damas e cavalheiros, que estavam andando para a direita, voltam-se e caminham em sentido contrário, evitando o perigo.
Vários comandos são usados para este passo: "Olha a chuva , "Olha a inflação , Olha o assalto , "Olha o (cita-se o nome de um político impopular na região). A fileira deve ir deslizando como uma cobra pelo chão.
Damas e cavalheiros voltam a caminhar para a direita. Já passou o perigo. Era alarme falso.
Damas e cavalheiros estão em uma única fileira. Ao ouvir o comando, o primeiro da fila começa a enrolar a fileira, como um caracol.
É o palavra-chave para que o guia procure executar o caracol, ao contrário, até todos estarem em linha reta.
A fila é único agora, saindo do caracol. Forma-se uma roda que se movimenta, sempre de mãos dados, à direita e à esquerdo como for pedido. Neste passo, temos evoluções. Ouvindo "Duas rodas, damas para o centro ; as mulheres vão ao centro, dão as mãos.
Na marcação "Duas rodas, cavalheiros para dentro , acontece o inverso, As rodas obedecem ao comando,movimentando para a direita ou para esquerda. Se o pedido for "Damas à esquerda e "Cavalheiros à direita ou vice-versa, uma roda se desloca em sentido contrário à outra, seguindo o comando.
Volta-se à formação inicial das duas rodas, ficando as damos ao centro. Os cavalheiros, de mãos dados, erguem os braços sobre as cabeças das damas. Abaixam os braços, então, de mãos dados, enlaçando as damas pela cintura. Nesta posição, se deslocam para o lado que o marcador pedir.
Os cavalheiros erguem os braços e, ao abaixar, soltam as mãos. Passam a manter os braços balançando, junto ao corpo. São as damas agora, que erguem os braços, de mãos dados, sobre a cabeça dos cavalheiros. Abaixam os braços, com as mãos dados, enlaçando os cavalheiros pela cintura. Se deslocam para o lado que o marcador pedir.
As damas levantam os braços, abaixando em seguida. Continuam de mãos dados, sem enlaçar os cavalheiros, mantendo a roda. A roda dos cavalheiros é também mantida. São novamente duas rodas, movimentando, os duos, no mesmo sentido ou não, segundo o comando. Até a contra-ordem!
Os cavalheiros caminham de costas, se colocando entre os damas. Todos se dão as mãos. A roda gira para a direita ou para a esquerda, segundo o comando.
De um ponto escolhido da roda os pares se formam novamente, Em fila, saem no GALOPE, acenando para o público. A quadrilha está terminada. Nas Festas Juninas Mineiras, após o encerramento da quadrilha, os músicos continuam tocando e o espaço é liberado para os casais que queiram dançar.
RECEBI MAIS UM HOMENAGEM DO ROBERTO E ESTAREI
NA SALA DOS ASTROS E ESTRELAS, POR 15 DIAS.
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GANHEI O OUTRO PRESENTE, DA CACAU. ELA CHEGOU
EM 1º LUGAR NO CONCURSO HALMA GUERREIA ; E A
FESTA É NOSSA , NÃO É MESMO ? KKKKK

OBRIGADO, ROBERTO; PARABÉNS, CACAU!
FESTAS JUNINAS, JULINAS E O SINCRETISMO RELIGIOSO

Religiões de várias regiões do Brasil, principalmente na Bahia, aproveitam-se desse período de festas juninas para manifestar sua fé junto com as comemorações católica. O Candomblé, por exemplo, ao homenagear os orixás de de sua linha, mistura suas práticas com o ritual católico. Assim, durante o mês de junho, as festas romanas ganham um cunho profano com muito samba de roda e barracas padronizadas que servem bebidas e comidas variadas. Paralelamente as bandas de axé music se espalham pelas ruas das cidades baianas durante os festejos juninos.
Um fator fundamental na formação do sincretismo é que, de acordo com as tradições africanas, divindades conhecidas como orixás governavam determinadas partes do mundo.



No catolicismo popular, os santos também tinham esse poder. “Iansã protege contra raios e relâmpagos e Santa Bárbara protege contra raios e tempestades. Como as duas trabalham com raios, houve o cruzamento. Cultuados nas duas mais populares religiões afro-brasileiros – a umbanda e o candomblé – cada orixá corresponde a um santo católico. Ocorrem variações regionais. Um exemplo é Oxóssi, que é sincretizado na Bahia com São Jorge mas no Rio de Janeiro representa São Sebastião. Lá, devido ao candomblé, o Santo Antônio das festas juninas é confundido com Ogun, santo guerreiro da cultura afro-brasileira.
20 DE JULHO, DIA DO AMIGO
É difícil descrever os amigos!
Tantas qualidades, poucos defeitos
Enxergamos em cada um,
Porque o verdadeiro amigo
Nunca está atrás de infortúnios
Para denunciá-los,e sim, para
Ajudá-los a se reerguer, obter sucesso.
Respeitar como amigo, às vezes, irmão,
É aconselhar, falar, mostrar o caminho
Correto, em qualquer momento de fraqueza
Ou um leve desvio de raciocínio.
Hoje é O Dia dos Amigos
Celebro com cada um
A Nossa Grande Data.
Comemoremos, brindemos, sigamos.
Se eu puder fazer com que a sua vida
Fique melhor a cada dia, farei!
Faz e fará sempre muito bem,
A quem atribui, sem querer troco.
N
AS FESTAS NÃO PÁRAM: MAIS RECEITAS


CREME DE MILHO
Ingredientes:
Preparar:
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INGREDIENTES:
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| MODO DE PREPARO: Coloque as cascas de abacaxi em uma tigela grande e cubra com água. Cubra a panela com pano limpo e deixe descansar até o dia seguinte. Junte os demais ingredientes e deixe descansar por mais um dia. Coe a bebida para uma jarra e deixe na geladeira até o momento de servir. CURIOSIDADE : Esta bebida não-alcoólica é mais encontrada nas regiões nordeste e norte do Brasil. | |
Numa vasilha grande, coloque todas as fatias de pão, junte o leite de côco e amasse bem. Acrescente a água e mexa. Junte os temperos moídos e coloque tudo numa panela. Acrescente ½ xícara de azeite-de-dendê e leve ao fogo para cozinhar, mexendo com uma colher de pau. Deixe ferver por 15 minutos, mexendo até obter um creme brilhante. Acrescente os pedaços de peixe reservados e misture. Sirva quente.
BOLO DE COCO
INGREDIENTES:
1 Xícara (chá) arroz
½ Cebola pequena
1 Dente de alho
1 Colher (sopa) margarina
1 Colher (chá) azeite oliva
1 Coco verde
50 ml Leite de coco
1 Tablete de caldo de galinha
1 Folha de louro
2 Xícaras de água quente
PREPARO:
Triture a cebola e o alho no liqüidificador, em uma panela coloque a margarina, o azeite e refogue a mistura triturada. Acrescente o arroz, o louro e o caldo de galinha, refogue mais um pouco a acrescente a água quente quando o arroz estiver quase cozinhado. Coloque a lama do coco verde, a água e o leite de coco, deixe cozinhar. Depois de cozido e sirva.
SEQUILHO
INGREDIENTES:
1/2 xícara de chá de manteiga
1 e 1/ xícara de chá de açúcar
1 pitada de sal
1/3 de xícara de chá de leite de coco
1 e 3/4 xícara de chá de fubá fino
MODO DE PREPARO:

MODO DE PREPARO:
| INGREDIENTES: 1 garrafa de vodka 1 lata de leite condensado Guaraná em pó Canela |
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| MODO DE PREPARO: Misture os três primeiros ingredientes e bata no liquidificador. Depois sirva salpicando a canela no copo
![]() | |
'QUADRILHA'
“O forró corria solto,
Sem problema e sem vexame
Quando o chefe da quadrilha
Decretou changedidame [...]
E foi doente com doutor
Era indigente e protetora
Foi aluna com professor
O perigoso bandoleiro
Zé Durango, El Justicero
Fez beicinho pro promotor
(Mas faça o favor!)
O forró estereofônico
Estava mesmo um barato
Muita música na praça,
Muita dança lá no mato [...]
E este ano, como todo ano
Uma vez por ano
Tem quadrilha no arraial
E este ano, como sempre,
Salvo chuva e salvo engano,
A satisfação é geral
(ninguém leva a mal)”
(Chico Buarque)



FORROBODÓ FESTEJA 1º LUGAR NO HALMA
GUERREIRA

OBRIGADO, ROBERTO ;
OBRIGADO CADA UM DOS AMIGOS !
COMEMORE ; POIS A VITÓRIA É NOSSA!
ESTA LEMBRANÇA É PARA VOCÊ :

O CÓDIGO ESTÁ NA LATERAL!
A NOSSA FESTA:


OS PRESENTES QUE RECEBI ESTÃO EM OUTRO
BLOG(http://ouodoborogodo.zip.net), PORQUE
NÃO COUBERAM NA LATERAL DESTE ESPAÇO.
TENHA UMA SEMANA INESQUECÍVEL!
HOJE COMEMORO MAIS UM ANIVERSÁRIO!

O importante da amizade
O importante da amizade não é conhecer o amigo;
e sim saber o que há dentro dele!...
Cada amigo novo que ganhamos na vida, nos aperfeiçoa
e enriquece, não pelo que nos dá, mas pelo
quanto descobrimos de nós mesmos.
Ser amigo não é coisa de um dia. São gestos, palavras,
sentimentos que se solidificam no tempo
e não se apagam jamais.
O amigo revela, desvenda, conforta.
É uma porta sempre aberta em qualquer situação.
O amigo na hora certa, é sol ao meio
dia, estrela na escuridão.
O amigo é bússola e rota no oceano,
porto seguro da tripulação.
O amigo é o milagre do calor humano
que Deus opera no coração.
OS BRINDES QUE RECEBI E OS QUE OFEREÇO
ESTÃO NESTE OUTRO BLOG. É NOVO, CONNHEÇA!
LINK: ouodoborogodo.zip.net
E A FESTA CONTINUA NO CLUBE DA MELHOR
IDADE E A VOTAÇÃO NO HALMA GUERREIRA
TAMBÉM
AS LEMBRANCINHAS QUE OFEREÇO A VOCÊ:



Os Evangélicos e as Festas Juninas, julinas



Diante de tudo isso, perguntamos: “Teria algum problema os evangélicos acompanharem seus filhos em uma dessas festas juninas realizadas nas escolas, quando as crianças, vestidas a caráter (de caipirinha), dançam quadrilha e se fartam dos pratos oferecidos nessas ocasiões: cachorro-quente, pipoca, milho verde etc?”. É óbvio que nenhum crente participa dessas festas com o objetivo de praticar a idolatria, pois tal procedimento, por si só, é condenado por Deus!
Quanto à essa questão, tão polêmica, é oportuno mencionar o comportamento de certas igrejas evangélicas, com a alegação de estarem propagando o evangelho durante o Carnaval, dedicam-se a um tipo duvidoso de evangelização nessa época do ano. Fazem de tudo, inclusive usam blocos carnavalescos com nomes bíblicos. Não devemos nos esquecer, no entanto, de que as estratégias evangelísticas devem ocorrer o ano todo, e não apenas em determinadas ocasiões, O mesmo acaba acontecendo no período das festas juninas. Ultimamente, surgiram determinadas igrejas evangélicas que, a fim de levantar fundo para os necessitados e distribuir cestas básicas aos pobres, estão armando barracas junto com os católicos em locais em que as festas juninas são promovidas por órgãos públicos. Os produtos que vendem, diga-se de passagem, são característicos das festividades juninas. Os “cristãos” que ficam nas barracas vestem-se a caráter e pensam que, dessa forma, estão procedendo biblicamente.
E o que dizer das igrejas que promovem festas juninas em suas próprias dependências com a alegação de arrecadarem fundos? As festas juninas têm um caráter religioso que desagrada a Deus. Nestas festas ocorrem rezas, canções e missas; as comidas e doces são oferecidos a estes santos -claro que os que comem não são os santos, mas os que participam dela. Este procedimento de "oferecer comida aos santos" é muito parecido aos despachos espíritas nos cemitérios e encruzilhadas; talvez a diferença seja o local da "festa". Então, como separar o folclore da religião se ambas estão intrinsecamente ligadas? O povo de Israel abraçou os costumes das nações pagãs e foi criticado pelos profetas de Deus. A vida de Elias é um exemplo específico do que estamos falando. Ele desafiou o povo de Israel a escolher entre Jeová Deus e Baal.

O profeta pôs o povo à prova: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o”(lRs 18.21). É claro que o contexto histórico do texto bíblico em pauta é outro, mas, como observadores e seguidores da Palavra de Deus, devemos tomar muito cuidado para não nos envolvermos com práticas herdadas do paganismo. Pois é muito arriscada a mistura de costumes religiosos, impróprios à luz da Bíblia, adotada por alguns evangélicos. É preciso que os líderes e pastores aprofundem a questão, analisem a realidade cultural do local em que desenvolvem certas atividades evangelísticas e ministério e orientem os membros de suas respectivas comunidades para que criem e ensinem os filhos nos preceitos recomendados pela Palavra de Deus. O simples fato de proibirem as crianças de participar dessas comemorações na escola em que estudam não resolve o problema, antes, acaba agravando a situação.